A desigualdade mata

 

A desigualdade na sociedade remonta desde a época da colonização. Isso, aumentou ainda mais com a pandemia da Covid-19, na qual, a saúde, a discriminação de gênero e raça, a fome e o desequilíbrio climático, juntamente, tiram vidas. Nesse sentido, é necessário os governos redistribuírem as rendas e implementar políticas públicas equitativas.

Inicialmente, segundo o relatório ''A desigualdade mata'', publicado pela Oxfam (https://materiais.oxfam.org.br/relatorio-a-desigualdade-mata), a cada 4 segundos 1 pessoa morre, seja por ausência de atendimento à saúde ou pela falta de comida. Enquanto isso, a fortuna está concentrada nas mãos dos 10 milionários, na qual, seria suficiente para investir na saúde e nas políticas públicas contra a pobreza. Isso seria realidade se ocorresse a mudança na legislação tributária, com a incidência de  impostos nas grandes fortunas e os governos aplicassem a mesma aos milionários. Assim, haveria a redistribuição de renda na sociedade e àqueles que representam a maioria da população que pagam impostos em todos os produtos e serviços (baixa e média renda), teriam uma vida digna e claro, uma sociedade justa.

Segundo, de acordo com o Art.6º da Constituição federal (CF), os direitos sociais devem ser garantidos a todos, sem distinção, por meios de normas programáticas, através das políticas públicas equitativas. Ou seja, aplicar as leis existentes e mensurar seus resultados, como por exemplo, a participação dos trabalhadores nas Empresas juntamente com os sindicatos, para que a representação dos mesmos assegurem salários que supram não somente as necessidades básicas como alimentação, saúde, vestuário, educação, bem como o lazer, que é qualidade de vida.

No que diz respeito às normas do combate à violência de gênero entre as mulheres e raças, deveriam ser fortalecidas as organizações que tutelam as mesmas, bem como, garantir a participação dessa minoria no parlamento e nos setores gerenciais das empresas. Ademais, quanto aos regulamentos que normatizam o clima do meio ambiente, os governos, conforme já vem adotando em alguns países desde o ano de 2020, devem fortalecer e fiscalizar o financiamento climático para os países de baixa e média renda, a fim de uma transição a uma economia livre de combustíveis fósseis, mas com energia limpa.

Portanto, a desigualdade para que não continue matando a sociedade deve ser mensurada  pelos governos e urgentemente redistribuir a renda, conforme abordado acima e no relatório da Oxfam, bem como, implantar políticas públicas equitativas. Só assim a sociedade obterá mudanças significativas e ninguém ficará mais rico ou pobre, mas sim, viver dignamente.

 

Para lerem o relatório da Oxfam, acessem o link:

https://materiais.oxfam.org.br/relatorio-a-desigualdade-mata

 

 

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